Meu professor de análise sintática era o tipo do sujeito inexistente. Um pleonasmo, o principal predicado de sua vida, regular como um paradigma da 1ª conjunção. Entre uma oração subordinada e um adjunto adverbial, ele não tinha dúvidas: sempre achava um jeito assindético de nos torturar com um aposto. Casou com uma regência. Foi infeliz. Era possessivo como um pronome. E ela era bitransitiva. Tentou ir para os EUA. Não deu. Acharam um artigo indefinido na sua bagagem. A interjeição do bigode declinava partículas expletivas, conectivos e agentes da passiva o tempo todo. Um dia, matei-o com um objeto direto na cabeça. Paulo Leminski |
terça-feira, 11 de outubro de 2011
O assassino era o escriba
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Oi Vanessa,
ResponderExcluirAdorei este poema, vou passar para minhas outras alunas...
Seu blog está muito bom, mas não deixe de fazer postagens, ok.
Abs,
Patrícia Voigt - Tutora Presencial